sábado, 6 de outubro de 2018

Mensagem de final de campanha do Deputado Federal Zé Carlos da Caixa(1313)

Chegamos na reta final de campanha, amanhã, exerceremos nas urnas, o nosso mais importante direito de cidadania, que é o direito ao voto.

Mais uma vez, pude sentir o carinho, a simpatia e a admiração daqueles que sabem que o nosso mandato é um mandato sério e de trabalho.

Agradeço todo o empenho dos que me ajudam e caminham conosco por um Maranhão e Brasil mais justos.

Agradeço aos companheiros e companheiras candidatos e candidatas a deputados estaduais que têm levado meu nome em seus discursos e seus materiais de campanha. Aos candidatos e candidatas a deputados federais quero agradecer a todos que compõe a nossa chapa e que fazem uma grande corrente a ponto de sonharmos em eleger dois deputados federais do partido e dois suplentes respectivamente. 

Agradeço também às lideranças comunitárias, sindicais e dos movimentos sociais, à militância do meu Partido, o PT, que por puro amor as causas sociais decidiram apoiar a minha candidatura à reeleição.Muito obrigado a todos e todas!

Um forte abraço e até a VITÓRIA.
Deputado Federal - Zé Carlos 1313

sábado, 29 de setembro de 2018

Formosa da Serra Negra é contemplada com grande mutirão social de atendimentos à sua população

Em parceria com a Prefeitura Municipal e Secretaria de Desenvolvimento Humano  de Formosa da Serra Negra, as Secretarias Estaduais de Segurança Pública, Instituto de Identificação do Maranhão e SEFAZ fizeram  no período de 24 a 28 do corrente 1.295 atendimentos à população do município em diversas áreas sociais no Ônibus da Cidadania do Governo do Estado.
Segundo as informações da Titular da Secretaria de Desenvolvimento Humano Profª. Íris Barros este atendimento só foi possível pela intervenção/apoio do Prefeito Municipal de Formosa da Serra Negra,  Dr. Janes Clei, em parceria com o Governo do Maranhão.
Foram entregues, neste dia 28(sexta-feira), 840 RG's, 385 CPF's e 70 Cadastros de Produtor Rural num esforço de contemplar a população carente do  município destes serviços essenciais de consolidação da cidadania formoserranegrense através de mais uma ação positiva e propositiva do serviço público municipal e estadual.

Frente de Evangélicos publica manifesto contra a candidatura de Bolsonaro

Frente de Evangélicos pelo Estado de Direito
São Paulo – A Frente de Evangélicos pelo Estado de Direito, movimento criado em 2016 em resistência ao golpe parlamentar instaurado no país, publicou nesta sexta-feira (28) um manifesto contrário ao discurso do candidato à Presidência da República, Jair Bolsonaro (PSL).

No documento, os cristãos se posicionam contra o armamento da população, uma das bandeiras do presidenciável. “Armar a população é estimular a barbárie, atribuindo ao cidadão a responsabilidade por sua defesa pessoal”. O manifesto também faz duras críticas contra a incitação à violência, racismo, sexismo e autoritarismo evidenciados nas declarações do candidato, além de lembrar que o apoio à prática da tortura é crime de lesa humanidade.

“O Evangelho de Jesus Cristo defende a vida de todas as pessoas, especialmente a vida dos mais fracos, física, social, econômica, educacional, racial e moralmente. Foi entre essas pessoas que Jesus andou, tendo sido, ele mesmo, uma delas. Por isso, e por todos os brasileiros, reconhecemos que a candidatura de Bolsonaro é alimentada pelo ódio, sendo o oposto à proposta do Evangelho”, assinala o documento.

Segundo Ariovaldo Ramos, que é um dos coordenadores nacional da Frente de Evangélicos, além de pastor da Comunidade Cristã Reformada, não é possível encontrar amparo, na cosmovisão cristã, para o apoio ao discurso do presidenciável Bolsonaro. “A pregação do candidato é uma pregação que retoma, no Brasil, máximas nazistas que são repudiadas por todo mundo moderno. O seu discurso representa uma cosmovisão que a humanidade rejeitou. Que é a cosmovisão nazista”, opina. E acrescenta: “Não é possível porque o candidato possui uma postura excludente, classificando as pessoas como do bem ou outras do mal”.

Ariovaldo explica que repudiar e denunciar o discurso não significa apoiar ou direcionar o voto a nenhuma outra candidatura e adverte que pastores não possuem a prerrogativa de determinar em quem os membros de suas igrejas devam votar. “Isso é uma apropriação indébita. Igreja não é partido político. Não tem candidato. A liderança não tem essa autoridade.”

Ele observa também que é falsa a narrativa de que a maioria dos evangélicos sejam favoráveis à eleição do presidenciável de extrema direita. “Os resultados (das pesquisas) denunciam o que sempre soubemos. Essas lideranças não falam pela maioria dos evangélicos. Falam por interesses próprios e não confessados. Não queremos julgar quais interesses são esses porque as Escrituras não nos autorizam a isso.”

A Frente de Evangélicos pelo Estado de Direito reúne mais de 10 mil evangélicos de diferentes denominações, como Igreja Batista, Igreja Presbiteriana Independente e do Brasil, Assembleia de Deus, Igreja do Evangelho Quadrangular, entre outras, em todo o país e no exterior.

Segundo a jornalista Nilza Valéria, que também está na coordenação nacional da Frente de Evangélicos, haverá mobilização de mulheres no movimento #elenão nas principais cidades do país. “Temos o grupo de mulheres organizado no Rio de Janeiro, São Paulo, Belo Horizonte, Recife e em outros locais que temos presença. Não apenas as mulheres, mas todos da Frente estarão apoiando os atos amanhã”. Em São Paulo o encontro será neste sábado(29), às 14h30, na Estação de Metrô Faria Lima, no Largo da Batata.

A jornalista lembrou da alta taxa de rejeição que Bolsonaro possui entre os evangélicos (41% dos evangélicos ouvidos na pesquisa Ibope do último dia 25 dizem que não votariam no candidato) e, em especial, entre as mulheres (54% de rejeição).

“As mulheres evangélicas estão rejeitando a candidatura do Bolsonaro. Não há aderência da candidatura dele dentro desse segmento, mesmo que alguns pastores e líderes peçam voto”, afirma Nilza Valéria. Para ela, esse é um motivo de esperança e celebração. Uma boa-nova, que também é um dos significados para a palavra evangelho. 

Leia a íntegra do documento logo abaixo:

Nota da Frente de Evangélicos pelo Estado de Direito

Pode um crente votar em Bolsonaro?

Foi para a liberdade que Cristo nos libertou. Portanto, permaneçam firmes e não se deixem submeter novamente a um jugo de escravidão” (Gálatas 5.1)

Nós, da Frente de Evangélicos pelo Estado de Direito, compomos um movimento formado crentes em Cristo Jesus. Fazemos parte das mais variadas igrejas e denominações e além da fé, possuímos a certeza de que a democracia é um sistema que permite a garantia de direitos e a construção da cidadania plena.

Assim – diante de tantas cartas e posições de líderes religiosos que reconhecem a candidatura de Bolsonaro como messiânica – nos manifestamos contra as suas posições, levantando nossa voz em nome da justiça, como fizeram os profetas, os primeiros cristãos e milhares de crentes ao longo da história.

Levantamos nossa voz contra a violência, contra o machismo, contra o racismo, contra o preconceito, contra o sexismo, contra o autoritarismo e contra a exclusão manifestadas por Bolsonaro no exercício na vida política, e em seu excludente programa de governo, divulgado como solução para a realidade brasileira.

Afirmamos que armar a população não é política de segurança pública, pelo contrário, é declarar-se incompetente para desenvolver segurança eficaz para todos. Armar a população é emular a barbárie, atribuindo ao cidadão a responsabilidade por sua defesa pessoal. Também não é política de segurança pública premiar policiais que mais matarem "bandidos". Isso é rito sumário e incitação à violência e ao assassinato.

Desacatar mulheres, sugerindo a sua inferioridade em relação ao homem, não é uma política de justiça e respeito, é misoginia, é assédio moral, é crime. Aludir a possibilidade de estupro em relação a alguém não é descuido verbal, é violência inominável e crime inafiançável.

Apoiar a prática da tortura é crime de lesa humanidade, elogiar torturadores, não é política de segurança nacional, é crime. Dizer que negros quilombolas não servem nem para reproduzir, não é grosseria, muito menos política de igualdade racial: é racismo e crime inafiançável. Deplorar seres humanos porque se entendem de modo diferente não é defesa da família, é desamor ao próximo.

Sabemos que o Evangelho de Jesus Cristo defende a vida de todas as pessoas, especialmente a vida dos mais fracos, física, social, econômica, educacional, racial e moralmente. Foi entre essas pessoas que Jesus andou, tendo sido, ele mesmo, uma delas. Por isso, e por todos os brasileiros, reconhecemos que a candidatura de Bolsonaro é alimentada pelo ódio, sendo o oposto à proposta do Evangelho, daquele que sendo Deus se fez humano e habitou entre nós.

Assim, convidamos o povo evangélico a repudiar as posições esboçadas por essa candidatura que propaga o ódio ao próximo e nega valores básicos do Evangelho, além de ameaçar o restabelecimento da democracia no Brasil. Afinal, como lembra e exorta o apóstolo, foi para a liberdade que Cristo nos libertou. Portanto, permaneçamos firmes e não nos deixemos submeter novamente a um jugo de escravidão.

Deus abençoe o Brasil e nos dê sabedoria para votar com liberdade, jamais pelo medo ou ódio, mas somente movidos pelo amor e pela justiça.

28 de Setembro de 2018